domingo, 27 de janeiro de 2019

MUDANÇA DE PARADIGMAS NO TRABALHO

Fórum Econômico Mundial e Linkedin apresentam vídeo sobre as 10 habilidades profissionais e pessoais mais desejadas pelas empresas. As chamadas habilidades soft  estão em alta.        

Será o fim dos títulos universitários no recrutamento e manutenção de talentos?



sábado, 26 de janeiro de 2019

ARTE E SOCIEDADE

O sociólogo e ex músico profissional Richard Sennet estabelece relações entrabalho do artista e seus impactos na cultura e na sociedade. Vídeo gravado em Nova Iorque, parceria do Instituto CPFL e o Seminário Fronteiras do Pensamento. 





Mário Mazzilli

Fernando Schuler









CULTURA ONLINE - ESTUDO


Os especialistas André Deak e Leonardo Foletto apresentam estudo sobre a circulação de produtos e serviços culturais no mundo virtual.

 

quarta-feira, 23 de janeiro de 2019

MÚSICA E SEDUÇÃO


Garanča in 2012
Uma das mais notáveis cantoras contemporâneas, Elina Garanca, nasceu em 1976 em Riga, capital da Letônia e iniciou carreira europeia a partir de 1999. Pertence a uma família de longa tradição musical, tendo estudado em Viena e nos Estados Unidos. Aqui, uma em rara aparição com cabelos pretos, encarna um dos mais conhecidos e populares papéis femininos com grande sensualidade e magnífica presença cênica.

Elina morena em still do vídeo acima






segunda-feira, 21 de janeiro de 2019

MÚSICA DE INVENÇÃO

ERUDITO POPULAR (52 minutos)

Documentário produzido pelo Instituto CPFL apresenta diálogos entre música erudita e popular.
Depoimentos e interpretações realizadas na Sala Umuarama, na sede do Instituto CPFL em Campinas.

Direção de Ricardo Feldman e Daniel Salaroli. Roteiro de João Marcos Coelho e Caio Polesi. Colaboração de Carlos Calado e João Luiz Sampaio. 


Assista aqui (subtitles in English)



MÚSICA VINTAGE



ART IS GOOD FOR BUSINESS

Businesses are looking to engage their employees through the arts, helping fuel attraction and retention Employee engagement remains a priority for the business community.  In The Conference Board CEO Challenge® CEOs reported that strategies to improve productivity center on “developing talent from within, improving leadership skills and pipeline, and building a performance culture through engagement, measurement, and accountability.”

Companies consider the arts to be important in building quality of life, stimulating creative thinking and problem solving, and offering networking opportunities and the potential to develop new business and build market share.  These positive impacts help companies attract and retain employees, particularly as the war for talent intensifies. 


Companies provided a range of arts-related activities to employees, which also help with attraction, engagement, leadership and development, and retention. The highest percentage of companies reported offering: 
• Board service opportunities at arts organizations (68 percent) 
• Volunteer opportunities at arts organizations (65 percent) 
• Free or discounted tickets to arts events (63 percent)

Businesses are bringing the arts into the workplace by having a corporate art collection (42 percent of companies); presenting concerts or art exhibitions in the workplace (25 percent); and holding employee art exhibitions, battle of the bands, or performances of employee art work (21 percent). 

Large companies (for example, those with 25,000+ employees) were more likely to say the arts address issues of diversity in the workplace (43 percent), compared to medium and small companies (32 percent and 15 percent respectively). The difference is much clearer by employee numbers than by revenue and likely reflects structures at companies with large employee bases to improve diversity and inclusion (through employee resource groups, for example). 


MARCAS AJUDAM A DEFINIR A CULTURA


BRANDS THAT SHAPE CULTURE




 Culture has always reflected the relationship between people and brands, with brands finding inventive ways to stay culturally relevant. But more recently brands have started to shape culture.
These ‘culture brands’ have a mission beyond themselves: they’re looking to champion a societal need, change a social attitude or behaviour, and make the world a better place. For brands to succeed, it’s no longer simply enough to communicate what the brand does; also, and more importantly, it must convey what it stands for, it’s values and what it calls us all to do.
Many companies have recently looked to define their purpose as a way of stretching beyond their own needs, and combining this with doing good in the world. Now brands have taken on this mantle, whether it be challenging female stereotyping, standing up for workers’ rights or creating a new vision of balance in health and wellness.
In order to better understand how brands can shape culture, we have put cultural understanding at the heart of our newest research methods. We have done this by working with the biggest cultural phenomenon of our time: the sharing of photography via smartphones.
Our inventive projects rely on ‘show’ rather than ‘tell’. People show us how they experience the world and brands. The result is fresh profound truths. It provides a real-time window to people’s lives. Instead of analysing people’s behaviour by reflecting what they ‘think’ they did, we analyse what they actually did. Instead of telling us after the event, they show us during it.
Mobile has embraced people’s love of taking photos, and empowered them to share images instantly and in unprecedented numbers. Visual content has become – through technology – a key indicator of people’s loves, hates, aspirations, experiences and, sometimes, fears.
Photography is, more than ever, becoming the story of people’s lives. Not the story of what was but what is. Not what they once cared about but what they care about now.
Culture is something you sense unconsciously from everything around you. We’re moving away from research methods that are out of context, reflective and framed by our language, not theirs.
We’ve found four major advantages in putting culture at the heart of our understanding of brands:
CONTEXT REVEALS HIDDEN TRUTHS
Discovery moments, surprising competitive contexts, behaviours people couldn’t explain, things we didn’t even know to ask
IDENTIFIES HABITUAL BEHAVIOUR
Which is often very low conscious, and easily forgotten about when asked retrospectively
REVEALS THE INTIMATE AND THE EMOTIONAL
People are prepared to share the things that are most personal to them
INCREDIBLE ENGAGEMENT
Using photography as our frictionless gateway into people’s lives generates thousands of pieces of content from just a few hundred people
Tapping into cultural behaviours puts us closer to the culture that’s being shaped and, in turn, helps us guide our clients’ cultural strategies in new and surprising ways.
Culture brands shape the experience. Cultural research understands it.


ECONOMIA CRIATIVA: Arte , Cultura e Geração de Valor Econômico                                                                                                    



Especialista apresenta informções sobre economia Criativa.

Ana Carlos Fonseca, Consulora da ONU
Assista aqui, Programa METRÓPOLIS: TV CULTURA 

domingo, 20 de janeiro de 2019

CPFL ENERGIA CONCENTRA AÇÕES DE RESPONSABILIDADE SOCIAL CORPORATIVA NO INSTITUTO CPFL


Instituto CPFL 

Idealizado em 2003, o Instituto CPFL tem passado, desde 2015, por um processo de fortalecimento e hoje é a nossa plataforma de investimento social. Em 2017, o Instituto centralizou a maior parte das nossas ações sociais e investiu R$ 21,6 milhões (incluindo valores incentivados). Deste total, R$ 7,1 milhões foram aplicados em iniciativas de investimento social privado.  Estimamos que estes investimentos beneficiaram aproximadamente 100 mil pessoas em 96 municípios, por meio de participação presencial e remota.

O Instituto CPFL é uma OSCIP (Organização da Sociedade Civil de Interesse Público), com uma estrutura de governança própria, que inclui um Conselho de Administração e um Conselho Fiscal.

As ações de investimento social do nosso Instituto são estruturadas em cinco frentes: Cultura, Esporte, Educação, Gestão Pública e Desenvolvimento Comunitário. Todas têm como linha transversal o objetivo de transformar as comunidades onde operamos, por meio da gestão do conhecimento.


Principais ações de cultura, artes e esportes:

Café Filosófico CPFL: encontros presenciais com intelectuais de diversas áreas do conhecimento, transmitidos ao vivo pela internet, gravados e exibidos na TV Cultura, que abordam as preocupações e ansiedades da sociedade contemporânea. Em 2017, foram realizados 30 encontros (com público total de cinco mil pessoas) e transmissões ao vivo (com alcance total de 160 mil pessoas) e 80 exibições na TV (com audiência anual de  36 milhões de pessoas).

Música Contemporânea: a única série brasileira regular de concertos dedicados à música do nosso tempo, gravados e disponibilizados na internet e transmitidos na Rádio Cultura FM. Em 2017, foram realizados 15 concertos com público de 2.600 pessoas e 53 programas de rádio.

Cine CPFL: uma sala com equipamentos de alta tecnologia que exibe uma programação permanente e gratuita, além de mostras internacionais. Em 2017, foram realizadas 86 sessões com público de 3.300 pessoas.

Exposições: uma galeria de arte que recebe exposições em parcerias com renomadas instituições e com foco em arte e educação por meio de visitas mediadas. Em 2017, foram realizadas duas exposições com público total  de 6.900 pessoas e 172 visitas mediadas.

Circuito CPFL: programa nacional que leva atividades de cinema (Cine Solar e Cine Autorama) a diversos municípios de nossas áreas de concessão, música (concertos com o maestro João Carlos Martins) e atividades esportivas (corridas, caminhadas e passeios ciclísticos). Em 2017, foram realizados 166 eventos, em 96 cidades de seis estados, com público total de 50 mil pessoas.

Principais iniciativas de desenvolvimento social do Instituto CPFL

Em 2017, as iniciativas de investimento social privado do nosso Instituto foram estruturadas para promover o fortalecimento da gestão pública e o desenvolvimento local, a partir de sete grandes projetos em andamento e sob um investimento de aproximadamente R$ 7,1 milhões.
Seguindo esta linha, realizamos dois projetos de desenvolvimento institucional nos Conselhos Municipais dos Direitos da Criança e do Adolescente (CMDCA) e Conselhos Municipais dos Direitos do Idoso (CMDI), os quais executamos em 17 municípios do interior dos estados de São Paulo e Rio Grande do Sul. O valor total do investimento foi de R$ 1,7 milhão.
Outra iniciativa de promoção do desenvolvimento local foi a realização de projetos com a utilização dos recursos da linha ISE (Investimentos Sociais de Empresas) – subcrédito social do BNDES. Por meio destes Projetos, foram investidos aproximadamente R$ 5,2 milhões em comunidades no entorno das nossas áreas de atuação, nos estados do Rio Grande do Sul e São Paulo.

Com os projetos que realizamos em parceria junto ao Geekie, Tamboro e Instituto Ecofuturo, buscamos ampliar o conhecimento nas escolas públicas, por meio da utilização de plataformas digitais e aprendizagem adaptativa, além de proporcionar mais acesso à leitura com a implantação de bibliotecas comunitárias. Ao todo, aproximadamente 13 mil alunos foram beneficiados.

Outro projeto de grande impacto local que realizamos foi a parceria com a ToLife, que implantou um sistema para classificar e organizar o fluxo de pacientes em Unidades de Pronto Atendimento de hospitais públicos e/ou que atendam Sistema Único de Saúde – SUS. Além disso, também contribuímos para o Programa Nacional de Apoio à Atenção Oncológica – Pronon, que colaborou com projetos de ampliação tecnológica de hospitais de atendimento a pessoas com câncer.

Com o intuito de multiplicar conhecimento e agregar valor compartilhado, o nosso Instituto conta ainda com o programa de voluntariado Semear, uma iniciativa interna da qual participam 850 voluntários e que, em 2017, beneficiou aproximadamente cinco mil pessoas ao desenvolver 80 ações em 10 municípios do interior.


INVESTIMENTO SOCIAL PRIVADO NO BRASIL
COMUNITAS apresenta números de 2018

BISC 2018: Investimentos sociais brasileiros mantém patamar e distribuição está mais uniforme
Mesmo operando em situações adversas, as empresas do BISC se esforçaram para preservar os programas em benefício da sociedade, sinalizando seu compromisso com a causa social.
Os dados demonstrados no último relatório Benchmarking do Investimento Social Corporativo (BISC), lançado em dezembro, merecem ser comemorados: em 2017, as empresas do BISC mantiveram os investimentos sociais no patamar de R$ 2,4 bilhões, mesmo com o cenário econômico desfavorável dos últimos anos.

LEIA AQUI



INSTITUTO CPFL APRESENTA APLICATIVO GRATUITO DE VIDEOS

instituto cpfl play
toda a coleção de vídeos produzida em encontros do instituto cpfl desde 2003. são milhares de horas com os maiores pensadores brasileiros, artistas, convidados internacionais. o acesso é gratuito, e o acervo está organizado por temas, coleções, séries, palestrantes, para que você possa navegar pelo conhecimento contemporâneo da melhor maneira possível. bom proveito!
 

Acesse mais de 800 títulos e cerca de 570 horas de conteúdo livre

Edgar Morin
Zygmunt Bauman
Luc Ferry

ENVELHECIMENTO SEM MEDO





a bela velhice

curadoria de mirian goldenberg, colunista da folha de s. paulo e autora de diversos títulos sobre o envelhecimento.
o mote desse módulo surgiu de um diálogo profundo com as ideias de simone de beauvoir, a partir de suas reflexões em a velhice, somadas aos achados de pesquisas antropológicas com 1.700 homens e mulheres, a antropóloga mirian goldenberg buscou pensar a viabilidade de construir uma “bela velhice”.
mais de 25 anos de pesquisas no brasil fizeram com que mirian goldenberg investisse em encontrar saídas possíveis para experimentar o processo de envelhecimento de forma mais positiva e a desafiaram a reinventar o conceito de “bela velhice”. mirian convidou duas importantes referências nacionais e internacionais no campo de estudos de envelhecimento – o médico alexandre kalache, presidente do centro internacional de longevidade, e a antropóloga e professora titular da unicamp, guita grin debret – para debater o caminho para uma “bela velhice”.
gravado em setembro de 2013.

Instituto CPFL apresenta relatório de atividades de 2018