quarta-feira, 28 de janeiro de 2015

Literatura



No final de 1930, a então jovem (20 anos) Rachel de Queiroz lançou-se na literatura brasileira com o livro que se tornou um sucesso instantâneo e até hoje é reconhecido como grande expressão do romance social: O Quinze.
O número quinze do título, tornado substantivo e personagem no romance, é o ano de 1915, que registrou uma das mais graves secas até então conhecidas pelos sertanejos do norte e nordeste brasileiros.
Leia aqui a íntegra do livro
Hoje, quando se completam exatos cem anos da seca retratada no romance, o livro de Rachel de Queiroz continua contemporâneo, como conseguem ser as obras clássicas. Infelizmente, o drama da seca volta a nos assombrar, e se impõe como a mais indesejada contemporaneidade: aquela que expressa a permanente incapacidade e despreparo de políticos e gestores públicos









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